Acusado de matar jovem após carona em MG presta depoimento em audiência

Kelly Cristina Cadamuro foi assassinada em novembro (foto: Reprodução/Facebook)Kelly Cristina Cadamuro foi assassinada em novembro (foto: Reprodução/Facebook)

A sessão teve início por volta das 9h. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), forma ouvidas três testemunhas. Depois, os três réus prestaram depoimentos. Como o caso corre em segredo de Justiça, o teor das oitivas não foi informado. Agora, o juiz Gustavo Moreira aguarda o depoimento de outras testemunhas que foi feito por meio de carta precatória. Em seguida, será aberto vistas para alegações das duas partes. Em seguida, o juiz vai proferir a sentença. 
As investigações apontaram que Jonathan enforcou a vítima, amarrou seus braços para trás com uma corda premeditadamente levada na mochila e mergulhou a cabeça dela no Ribeirão Marimbondo, que passa às margens da MG-255, em Frutal. Ele foi indiciado por latrocínio – roubo seguido de morte –  ocultação de cadáver, e estupro. Se condenado, pode pegar até 43 anos de prisão. Em novembro do ano passado, o  Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou Jonathan pelos crimes. Além dele, outros dois homens foram denunciados por receptação. 
Na denúncia, o promotor disse que Jonathan teria induzido Kelly a aceitar a carona, afirmando para a jovem que iria com uma namorada – que não existia. No texto, o MPMG alega que o homem “induziu a vítima a erro com o propósito de levar a cabo os crimes que seriam praticados em subsequência, objetivando, covardemente, que a jovem não temesse viajar apenas com ele”. Jonathan teria usado cocaína e bebida alcoólica para se encorajar a cometer o homicídio. 
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