Despedida e homenagens marcam velório do piloto do Globocop em Pernambuco

Wagner Oliveira/DP Últimas homenagens ao piloto Daniel Galvão no Cemitério de Santo Amaro

 

A viúva, Isabela Fonseca, com quem Daniel foi casado há um ano, não quis falar com a imprensa. O padrasto de Miguel Brendo e proprietário da Helisae, Wagner Monteiro, chegou ao local emocionado e cumprimentou a família do piloto. O sepultamento ocorreu às 11h, no Cemitério de Santo Amaro. 

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Em uma publicação antiga, recuperada por amigos do piloto no Facebook, Daniel falava do amor pela aviação e dos possíveis riscos da profissão.

“As vezes me pego desejando ter um trabalho convencional, com horários certos, fins de semana e feriados sempre livres, mas aí lembro qual a minha profissão e o porque eu faço isso em primeiro lugar. Certamento não é por dinheiro. Nunca vi um aviador que ficou rico por meios da profissão. Muitas vezes não acredito que sou pago pra voar! Pra quem observa de fora, nós aviadores parecemos tolos falando e transpirando aviação. Bem, vocês nunca entenderão. É uma coisa particular a todo aviador. E ainda digo mais aos colegas infelizes com o trabalho e esquecidos do que os motivaram a ingressar no meio aéreo: Apenas observe a reação das pessoas estranhas quando ficam sabendo da sua profissão. Admiração e respeito não possuem preços, meus amigos. E que nossas famílias não fiquem tristes caso venhamos a perder nossas vidas executando nossa tão amada função. Que Deus abençoe a todos”, escreveu o comandante.
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