Dez milhões de norte-americanos estão ameaçados pelo furacão Florence

Ver galeria . 7 Fotos Mais de 1,5 milhão de moradores da faixa costeira tiveram ordem de deixar casas AFPMais de 1,5 milhão de moradores da faixa costeira tiveram ordem de deixar casas (foto: AFP )

A preocupação com a chegada do furacão Florence ao continente norte-americano levou mais estados a assinarem decretos de estado de emergência e colocarem a população em alerta. Os Estados da Geórgia, Virginia e Maryland e das Carolinas do Sul e do Norte estão entre as unidades federativas que se colocaram em vigilância. Estima-se que mais de 10 milhões de pessoas moram nas regiões que podem ser impactadas, direta ou indiretamente, pela passagem do furacão.
O alerta é redobrado nas Carolinas do Sul e do Norte, estados onde mais de 1,5 milhão de pessoas foram orientadas a deixarem as casas. Mas, segundo a imprensa local, muitos não atenderam prontamente às ordens de saída que começaram a vigorar nesta terça-feira (11/9), sobretudo porque não queriam deixar de trabalhar. O presidente Donald Trump chegou a fazer outro apelo, na quarta-feira (12/9), para que moradores que não deixaram suas casas, na área de saída obrigatória, saíssem da região.
O furacão Florence foi rebaixado para a categoria 2 durante a madrugada, mas, segundo os meteorologistas, o fenômeno deve voltar à categoria 4. A previsão é que a tempestade alcance a costa leste dos Estado Unidos nesta sexta-feira (14/9).
À meia-noite (de Brasília), a tempestade foi centralizada a 455 quilômetros a sudeste de Wilmington, Carolina do Norte, e estava se movendo para o noroeste a 28 quilômetros por hora, com ventos que chegam às 193 quilômetros por hora. A chegada do furacão deve provocar ainda o aumento da altura das ondas e inundações na área costeira.

Com informações de agências de notícias 
Dez milhões de norte-americanos estão ameaçados pelo furacão Florence
Rate this post
Trump nega balanço de 3.000 mortos em Porto Rico por furacão Maria
Argentina tem manifestações contra novas medidas de ajuste econômico